Ruta
Serra Amarela
Distancia Distancia:34916 metros
Dificultad Dificultad: Elevado
Duracin Duracin: 24 horas
Etapa 01
Ermida - Cutelo
Distancia Distancia: 9.294 metros
Dificultad Dificultad: Mdio
Duracin Duracin: 6 horas
Etapa 02
Cutelo - Vilarinho da Furna
Distancia Distancia: 8.647 metros
Dificultad Dificultad: Mdio/elevado
Duracin Duracin: 6 horas
Etapa 03
Vilarinho da Furna - Louria
Distancia Distancia: 8.967 metros
Dificultad Dificultad: Elevado
Duracin Duracin: 6h30m
Etapa 04
Louria - Ermida
Distancia Distancia: 8.001 metros
Dificultad Dificultad: Mdio
Duracin Duracin: 5 horas
Ficha tcnica de la ruta interpretativa de Serra Amarela
01
Ruta
Ficha tcnica de la ruta interpretativa de Serra Amarela
Nome do percurso pedestre: Trilho interpretativo da Serra Amarela
Temtica do trilho: natural-histrico-cultural
Entidade promotora: Municpio de Ponte da Barca e Municpio de Terras de Bouro
Extenso: 34916 metros
Grau de dificuldade: Elevado
Tempo de durao: 24 horas
Incio e fim: Aglomerado populacional de Ermida (municpio de Ponte da Barca) (4149’11.69”N/815’31.21”W)

NOTA: trilho integrado na Rede Municipal (Terras de Bouro) de trilhos Pedestres “Na Senda de Miguel Torga”
02
Ruta
perfil topogrfico
3.1
Puntos de inters
Ruta completa

O trilho interpretativo da serra Amarela desenvolve-se nas duas vertentes da serra – a vertente Norte, voltada ao rio Lima, no concelho de Ponte da Barca, e a vertente Sul, voltada ao rio Homem e à albufeira de Vilarinho das Furnas, no município de Terras de Bouro – percorrendo cerca de 35 quilómetros em caminhos de pé posto, carreteiros ou calçadas. É um trilho circular, mas pela sua extensão recomenda-se que seja feito por etapas.

A serra Amarela é um dos grandes relevos que fazem parte do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), atingindo a sua cota máxima na Louriça, a 1364 metros de altitude. É constituída maioritariamente por granitos embora também exista uma faixa estreita com xistos e metagrauvaques que parte do cume da Louriça para Norte. O clima é fresco no Verão e os invernos são rigorosos, com grandes níveis de precipitação, muitas vezes em forma de neve.

A vegetação que se pode encontrar na serra Amarela é condicionada pelo clima e geologia e também pela ocupação humana. Desta forma, a maior parte da serra está coberta por matos secos dominados por urzes e tojos e matagais dominados por giestas. Os carvalhais encontram-se hoje mais fragmentados, destacando-se duas manchas relevantes que se localizam na mata do Cabril e na mata de Palheiros, ambas em Zona de Proteção Total. Junto ao pico da Louriça, encontram-se das maiores manchas de azevinho (Ilex aquifolium) de Portugal, com exemplares de grandes dimensões. Ao nível da fauna podemos referir que uma grande parte das 235 espécies de Vertebrados do PNPG pode ser observada na Serra Amarela. Ao nível dos mamíferos destaca-se a cabra-montês (Capra pyrenaica), o corço (Capreolus capreolus) e o seu principal predador, o lobo (Canis lupus), espécie protegida e considerada em perigo em Portugal. Ao nível das aves podem-se observar muitas espécies, apesar de algumas das mais raras estarem ausentes desta zona. Ao nível da herpetofauna, pode-se destacar a víbora-cornuda (Vipera latastei) e a salamandra-lusitânica (Chioglossa lusitanica), consideradas como estando vulneráveis em Portugal.

Este é o cenário biofísico de uma ocupação humana antiga e continuada, que teve o seu início, conhecido à data, no Neolítico. Nestes relevos agrestes o Homem aperfeiçoou técnicas agrícolas e silvopastoris que lhe permitiriam a exploração dos recursos naturais, de forma lenta mas racional, garantindo a sua sobrevivência num equilíbrio entre atividade antrópica e ambiente natural. Vestígios como a Necrópole Megalítica da Serra Amarela e o Santuário Rupestre da Bouça do Colado; como os Povoados Fortificados Proto-históricos da Ermida e S. Miguel de Entre Ambos-os-Rios; vestígios da época da Romanização como os povoados do Cabeço do Leijó e da Torre Grande; vestígios medievais como o Castelo de Lindoso e várias brandas e outros povoados de raiz medieval e vestígios da intensificação da agricultura com a introdução do milho maíz a partir do século XVIII (espigueiros e eiras, moinhos, brandas, abrigos e currais, levadas, entre outros), povoam a Serra Amarela e transportam-nos para um mundo que não conhecemos mas que conseguimos imaginar. Conseguimos admirar, através deste vasto património cultural, a coragem das comunidades para se estabeleceram e sobreviverem neste cenário desde o Neolítico até à atualidade.
 

Ruta
Serra Amarela
Etapa 01
Ermida - Cutelo
Etapa 02
Cutelo - Vilarinho da Furna
Etapa 03
Vilarinho da Furna - Louria
Etapa 04
Louria - Ermida
 
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Serra Amarela
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Ermida - Cutelo
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Cutelo - Vilarinho da Furna
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Vilarinho da Furna - Louria
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Louria - Ermida
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Serra Amarela
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Ermida - Cutelo
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Cutelo - Vilarinho da Furna
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Vilarinho da Furna - Louria
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Louria - Ermida
Trilho da Serra Amarela 2014. Todos los derechos reservados.
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